Em meio à tempestade da desilusão petista, muitos companheiros abandonaram a luta, outros se adaptaram ao novo petismo de ser, porém há quem ouse continuar lutando.
Nesse cenário, surge em Cuiabá, um grupo de jovens com toda força e disposição para lutar por uma sociedade socialista, porém não vendo nos partidos de esquerda que aí estão, um instrumento para depositar suas expectativas.
Assim surge o MRS (Movimento Rumo ao Socialismo), que não tem como objetivo se transformar em um partido ou se auto-proclamar representante dos trabalhadores, mas aglutinar forças nesse momento de crise em que passa a esquerda e ajudar no que estiver dentro de nossas possibilidades, o avanço na luta dos trabalhadores.
De pautas pontuais surge a luta por uma nova sociedade.
Em Cuiabá, em meados de 2005, aconteceu uma grande movimentação na cidade. O passe livre estudantil, direito de todo estudante secudarista ou universitário, estava sendo ameaçado pelo governo do prefeito psdebista Wilson Santos. O Diretório Central dos Estudantes – DCE – da universidade federal do estado, uma das entidades com maior representatividade em Mato Grosso, estava com uma gestão da UJS e nada fez sobre o assunto.
Na tentativa de mobilizar os estudantes e levá-los às ruas para exigir que se mantivesse seus direitos surgiu o Comitê de Luta pelo Passe Livre – CLTP. Este era formado por diversos grupos e correntes unificados nesta determinada pauta específica, sem direção ou burocracias. Suas atividades eram dividas por núcleos formados nas escolas na capital.
Em um destes núcleos a discussão do transporte se aprofundou e os estudantes começaram a perceber como as contradições da nossa sociedade fazem com que os trabalhadores percam direitos – exatamente como o passe livre. Estes secundaristas tinham vontade de aprofundar a discussão e ir além, mas não viam nos grupos de esquerda existentes uma boa opção.
Do velho fez-se o novo.
Assim surge o Movimento Rumo ao Socialismo, mais conhecido como MRS. Sem se proclamar os iluminados que construiriam o novo instrumento de luta da classe trabalhadora, formou-se uma organização Marxista-Leninista que trouxe do CLTP a prática dos núcleos. São estes o núcleo secundarista, universitário, sindical e popular.
Hoje o MRS se faz presente em várias cidades do Mato Grosso e inicias seus núcleos em outros estados como Ceará e Rio de Janeiro.
Olá camaradas…
Gostaria de saber se a série “Caminos de Revolucion” de vocês está completa, se tem legendas em português e se é cópia convertida baixada na internet ou cópia do original.
Grande abraçco
Tito
Olá galera, faço parte do MRS-BAHIA, o companheiro Lehu teve aqui no CONUBES, foi maravilhoso, e estamos aêh ingressando nessa luta contra o Capitalismo, e é na luta que agente cresce !